terça-feira, agosto 28, 2007

Alguém pediu...


... o verdadeiro artista português? De si, todo o video é já uma obra-prima, de qualidade internacional. Mas peço particular atenção para os passos de dança durante o instrumental e, como cereja no topo, o comentário do senhor, já quase no fim, quando larga um foguete para o ar.



Há mais de onde isto veio. Basta procurar Eduardo Mourato no youtube.com.

sexta-feira, agosto 24, 2007

100.º post

Foi o anterior. E foi hoje. Não, não haverá qualquer tipo de festejo, até porque com este post já são 101.

Socorro...

... os Smashing Pumpkins têm músicas novas! E os UHF também!

quinta-feira, agosto 23, 2007

Pérolas... de porcos

No espaço "Opinião Pública" – emitido de segunda a sexta na SIC Notícias – discutiu-se hoje a recente polémica da manifestação dos energúmenos da "Verde Eufémia" na plantação privada de milho transgénico de Silves. No meio das mais variadas intervenções surgiu a mais espectacular de todas, a de Gualter Baptista, nada mais nada menos do que o porta-voz da "Verde Eufémia". O diálogo, que tento aqui resumir, entre a jornalista e este indígena deixou-me ainda mais preocupado sobre toda esta questão e creio que fala por si:
SIC - Confirma então que está satisfeito com os efeitos obtidos com a manifestação da "Verde Eufémia" na semana passada?
Gualter Baptista - Sim, porque finalmente conseguimos levar à discussão o tema dos transgénicos.
SIC - E concorda com a forma como a manifestação foi feita, nos moldes em que decorreu?
GB - Compreendo que o formato da manifestação não seja consensual. Mas estamos num Estado democrático, e em democracia todas as manifestações são válidas.
SIC - Mesmo que essa manifestação tenha sido feita de forma ilegal? Sabe que a invasão daquela propriedade se trata de uma ilegalidade?
GB - Bom, foi menos de um hectare!
SIC - Ainda assim, sabe que houve consequências negativas. Sabe, por exemplo, que o proprietário da plantação chegou a ter uma ameaça de ataque cardíaco?
GB - Acho que há aqui um excesso de vitimização. Aliás, se o proprietário teve um princípio de ataque cardíaco, não sei porque foi, mas tem a ver, de certeza, com problemas de saúde.
Ora, meus amigos, a isto é que eu chamo uma grandessíssima BESTA.

terça-feira, agosto 21, 2007

Nem mais...

Este link, num comentário do meu último post, merece visita. Mesmo sem autorização do autor, tomei a liberdade de o colocar aqui mais à vista:
Obrigado Miguel.

sábado, agosto 18, 2007

Animais, inúteis parasitas!

Muito sinceramente, não consigo deixar de me sentir incomodado. Não consigo apaziguar uma revolta cada vez maior com os energúmenos que escondem a sua inutilidade numa sociedade atrás de movimentos ecologistas e outras hipócritas, fingidas e desleais ambientalices. Aos senhores da Verde Eufémia só posso chamar a atenção para um facto simples: se não têm de comer merda é porque há quem se mate a trabalhar para que tenham algo diariamente nos pratos às suas mesas. Este grupo de imbecis – que parecem sentir-se confortáveis a não fazer nenhum e a viver às custas de quem contribui para todos – não tem o direito de entrar em propriedade privada, destruir o trabalho dos outros e arruinar famílias em prol de uma ditadora imposição de ideais. Foi o que fizeram estes parasitas esta semana num campo de milho transgénico em Silves, gozando de uma incompreensível impunidade e tendo ainda o privilégio de serem assistidos pelas autoridades na defesa dos seus cínicos dogmas no meio da população. Ainda que se desse o caso de terem razão – pobres coitados, nem sabem o que defendem –, a atitude animalesca que escolheram para se promoverem deitou-os irredutivelmente por terra. Por isso, cavalheiros da Verde Eufémia (seja isso o que for), procurem emprego. Vão ver, seus calões, como essa frustração por terem consciência de que não servem para nada numa sociedade (o que vos leva a deitar abaixo o que outros constroem) deixa de vos incomodar. Ah, e já agora, vejam e aprendam como é que algumas entidades em Portugal, com uma atitude até bastante low profile, já conseguiram fazer em meia dúzia de anos muito mais pela consciência ecológica e ambiental dos portugueses do que várias gerações em muitas décadas.