segunda-feira, dezembro 26, 2005

O Natal foi bom

Foi ontem. Monte da Ravasqueira, tinto alentejano, 2004. Não conhecia. Qualquer comentário adicional é absolutamente desnecessário.

segunda-feira, dezembro 19, 2005

Olá, ontem li-te…

Blogosfera. É o novo mundo. O mundo em que as pessoas mergulham em vidas alheias silenciosa e misteriosamente, mas – e é aqui que reside toda a piada disto – sempre de forma permitida e autorizada. Por escrito, mas só se for por escrito, permitem – pedem até, por vezes – que qualquer um as invada. Podem até nem saber quem as lê. A informação fica assimétrica, mas qualquer um pode chegar perto e dizer Olá, não sabes quem eu sou, mas eu conheço-te, eu já te li. E isto, esta coisa de nos dirigirmos a alguém com este olá, já começa a fazer saudades.

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Agora sim, sou como os melhores

De agora em diante, nada será igual. It’s the end of the world as I know it. Para minha estupefacção, descobri um copioso número de pessoas que não têm – nunca tiveram – dentes do siso. Ora, isso irritou-me. Então andou aqui um gajo agarrado à boca, há duas semanas, por causa de uma “afinal-inútil” e tacanha porção de osso lá para o fundo da comensal cavidade, e ainda me vêm ofender, cá com uma teoria de que não ter dentes do siso faz parte do patamar seguinte da evolução da espécie e diabo a quatro? Não sei quantos sisos tenho. Sempre ouvi dizer, até, que são os dentes do juízo, essa coisa de abichanada gente. Pois fiquem sabendo, meus amigos, que tenho dentes até perder de vista, até em sítios que nunca viram a luz do sol. E este que me atormentava, lá mesmo no fundo, escondido, cobardolas, refugiando-se em outros dentes com tomates para darem a cara, foi vencido pela lei do alicate. VITÓRIA. Agora sim, faço parte do patamar mais geneticamente evoluído da sociedade.