Dizia-me ontem um amigo, depois de felicitar-me pelo 35.º aniversário, que estou a atingir metade da longevidade média masculina em Portugal. E que, portanto, acrescentava ainda, agora vais ter de viver cada ano como se fosse o último. De maneira que hoje estou muito mais animado.
Quando damos por ela, já partilhamos o que juraríamos serem segredos só nossos. Mas, também, de que outro modo descobriríamos quem os entende?
quarta-feira, maio 23, 2007
terça-feira, maio 15, 2007
Há quem goste de me fazer rir
Hoje, pouco depois das 10h, lá estava eu no Estádio da Luz. Por razões de trabalho, obviamente, assim de repente não vislumbraria outro motivo. Às tantas, depara-se-me um letreiro: Este Estádio também é seu. Mantenha-o limpo. E mais não digo.
segunda-feira, maio 14, 2007
A barreira da educação
Campanhas, campanhas e mais campanhas. Fazem-se por tudo e por nada. São inegavelmente úteis e têm por objectivo envolver o público e emocioná-lo face a necessidades que deveriam partir do puro civismo e educação. É esse o ponto: o civismo cria-se na educação, deveria partir das escolas. Não basta dizer que é necessário “ajudar a velhinha a atravessar”. É preciso, isso sim, que os cidadãos possam discernir de forma automática sobre as atitudes certas ou erradas perante uma sociedade que merece respeito.
Mas tudo isto para dizer o quê? Que as campanhas cada vez mais assentam na necessidade de embelezar estatísticas que façam com que um Governo fique bem na fotografia europeia. Campanhas de sensibilização rodoviária para reduzir o número de acidentes (quando o Governo é um dos principais culpados da sinistralidade); campanhas para separação dos lixos, campanhas para pedir factura e combater a evasão fiscal, etc., etc.
Na semana passada, numa sessão de blog zapping, fui parar ao blogue de um dos autores de um filme que me chamou a atenção para esta questão. Num pequeno trabalho de quase quatro minutos e para o qual não terá sido necessário gastar muito dinheiro, faz-se o que ainda não vi campanha nenhuma fazer. Limito-me a partilhar aqui convosco a pequena (grande) produção que reclama civismo numa das questões onde este mais escasseia em Portugal. Só que, lá está, para quê fazer campanhas sobre este assunto se depois o potencial retorno nada tem para mostrar de bonitinho em termos estatísticos?
Subscrevo inteiramente as preocupações de Ana Sofia Moutinho, Catarina Mendonça, David Silva, Marina Fernandes e Pedro Morgado. Fica aqui o meu contributo para motivar o combate a um problema que não é exclusivo de Braga (onde nasceu este projecto), mas que é um cancro do país inteiro. Senhoras e senhores, As Barreiras não se Desculpam, Evitam-se.
Mas tudo isto para dizer o quê? Que as campanhas cada vez mais assentam na necessidade de embelezar estatísticas que façam com que um Governo fique bem na fotografia europeia. Campanhas de sensibilização rodoviária para reduzir o número de acidentes (quando o Governo é um dos principais culpados da sinistralidade); campanhas para separação dos lixos, campanhas para pedir factura e combater a evasão fiscal, etc., etc.
Na semana passada, numa sessão de blog zapping, fui parar ao blogue de um dos autores de um filme que me chamou a atenção para esta questão. Num pequeno trabalho de quase quatro minutos e para o qual não terá sido necessário gastar muito dinheiro, faz-se o que ainda não vi campanha nenhuma fazer. Limito-me a partilhar aqui convosco a pequena (grande) produção que reclama civismo numa das questões onde este mais escasseia em Portugal. Só que, lá está, para quê fazer campanhas sobre este assunto se depois o potencial retorno nada tem para mostrar de bonitinho em termos estatísticos?
Subscrevo inteiramente as preocupações de Ana Sofia Moutinho, Catarina Mendonça, David Silva, Marina Fernandes e Pedro Morgado. Fica aqui o meu contributo para motivar o combate a um problema que não é exclusivo de Braga (onde nasceu este projecto), mas que é um cancro do país inteiro. Senhoras e senhores, As Barreiras não se Desculpam, Evitam-se.
sábado, maio 12, 2007
O corte da fita
Sua Excelência, o Presidente da República, Sr. Ministro, Sra. Ministra, minhas senhoras e meus senhores, declaro que abri hoje a época do caracol. Bem temperadinhos e picantes, e bem regados pela bela imperial, uma travessa deles foi hoje o petisco pelas 19h. Até se me engelharam os dedos.
sexta-feira, maio 11, 2007
Na mouche
O Papa passou ontem uma mensagem de desincentivo às relações sexuais antes do casamento... no Brasil.
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